Jovens antenados com as questões ambientais terão oportunidade de interagir com o meio ambiente através da comunicação.
O Instituto Terrazul recebeu no dia 14 de outubro, uma visita vinda de longe. Representantes do Projeto Pilar, de Maceió, vieram ao Rio de Janeiro trocar experiências com outras ONGs que atuam com projetos ambientais.
Pela manhã o presidente do Instituto Terrazul, Marcos Sant’Anna, apresentou a equipe e os projetos desenvolvidos pela instituição, com foco no Projeto Água em Unidade de Conservação. Na parte da tarde, conheceram o Viveiro de Mudas, o Parque Nacional da Tijuca e o Núcleo Ambiental Alto da Boa Vista.
A equipe da linha de ação de restauração, “Proteção, Manejo e Recuperação da Flora e Solo” subiu o Morro do Elefante durante uma hora e meia de trilha por dentro do Parque, na manhã do dia 13 de outubro, em busca de informações precisas.
O Instituto Terrazul em parceria com o serviço cartográfico do Exército reuniu uma equipe de sete pessoas para fazer o mapeamento digital da área de intervenção do projeto. O mapeamento foi realizado com um GPS de precisão com erro circular de apenas 5 cm. O Aparelho delimitou a área que será reflorestada e vai ajudar no acompanhamento do desenvolvimento das mudas ali plantadas.
A Universidade Cândido Mendes, no dia 25 de setembro irá promover um movimento no Morro da Formiga para o fortalecimento de creches locais. As mães serão convidadas para diversas oficinas como reciclagem, alimentos vivos e artesanato. O Núcleo Ambiental Morro da Formiga vai ajudar!
O aceiro construído pelo Projeto Água em Unidade de Conservação consiste numa faixa capinada no limite da floresta com áreas degradadas com presença maciça de gramíneas exóticas (como o capim colonião, o sapê e capim gordura). Estas gramíneas ressecam durante o período de estiagem (maio a agosto) e tornam-se material combustível para a propagação de incêndios florestais, causados principalmente pela queda de balões e pelo fogo ateado para renovar o pasto em terras vizinhas ao PARNA-Tijuca.
O resultado desta ação é a proteção de quilômetros de floresta. Em um incêndio ocorrido no dia 16 de agosto deste ano o aceiro conteve o avanço das chamas preservando a floresta e com isso, suas nascentes, o solo, suas plantas e animais.
A quantidade e a qualidade da água estão diretamente relacionadas à existência da floresta. A floresta reduz o impacto direto da chuva sobre o solo, favorece a infiltração da água no solo e minimiza o processo erosivo. As maiores ameaças às bacias hidrográficas são o desmatamento e a degradação dessa cobertura florestal, ocasionados tanto pela ocorrência de incêndios florestais, supressão vegetal para retirada de madeira e pela proliferação de espécies exóticas. Essas ameaças são freqüentes nas áreas que sofrem diretamente com o efeito de borda.
Nessa atividade os alunos utilizaram técnicas de teatro como desenvolvimento dos temas através da interatividade. Foi traçado um diagnóstico das comunidades por meio do mapa falado e depois os alunos foram a campo para fazer uma relação entre o que foi apontado por eles nas aulas e a opinião dos moradores.