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| Restauração Florestal |
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O conceito de restauração florestal vigente, de acordo Gandolfi & Rodrigues (2004), incorpora em maior ou menor proporção, as particularidades de cada unidade da paisagem à definição das ações de restauração. Essas ações são planejadas com foco principalmente na restauração dos processos ecológicos responsáveis pela reconstrução de uma comunidade funcional, com elevada diversidade, sem a preocupação de restabelecer uma comunidade final única preestabelecida em termos florísticos e fitossociológicos. A restauração visa o restabelecimento dos processos naturais que retornarão a vegetação ao mais próximo possível da sua condição original, requerendo assim o uso exclusivo de espécies nativas (Moraes et al 2006).
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| Manejo |
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| De acordo com a Convenção sobre Diversidade Biológica uma espécie invasora é "uma espécie introduzida que avança sem assistência humana e ameaça hábitats naturais ou semi-naturais fora do seu território de origem", causando impactos econômicos, sociais ou ambientais. A dispersão de espécies exóticas invasoras é hoje reconhecida como uma das maiores ameaças ao bem estar ecológico e econômico do planeta (Ziller 2001). No Ciclo I do Projeto foi realizado o manejo da espécie Dracaena fragrans (L.) Ker-Gawl. em algumas áreas do Parque. Para essa ação foram realizados dois tipos de tratamento: corte e arranquio. O arranquio apresentou resultados mais eficazes. No Ciclo II do projeto, esta ação continua sendo realizada no Setor A do Parque Nacional da Tijuca. |
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